quarta-feira, 15 de abril de 2009

Como às vezes é difícil ser cliente da Sky TV...

Fiquem atentos pois, certamente para enfrentar a crise, a Sky TV decidiu lançar, de uma hora para outra, uma cobrança mensal adicional no valor de R$ 9,90 a título de "manutenção de software e segurança de acesso" (a descrição parece piada se não fosse absurda: já pagamos este serviço na mensalidade!).

Alem disso, também resolveu reduzir o desconto referente ao débito automatico - que era de R$ 3,00 e passou para R$ 2,00.

Considerando a massa de clientes que possue, esta cobrança adicional de R$ 10,90 certamente vai aliviar a pressão por resultado da organização - não por mérito de sua eficácia organizacional, mas às custas dos consumidores, isto é, você, eu e os demais. Desta forma é fácil enfrentar qualquer crise...

Sugiro entrarem em contato com o SAC - 0800 701 9700 - e reclamar desta tipo de iniciativa que empobrece a imagem d qualquer empresa.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Gamão

Li esta pequena crônica no site Tribo do Mouse e gostei. Segue Jack DelaVega para vocês:

"Sentei para observar enquanto ele terminava a partida. EDelavegara como se eu não estivesse ali. Os dados eram jogados e as pedras movidas com rapidez, o olhar não perdia o foco por detrás das lentes grossas dos óculos.
Ploc, Ploc, Ploc.
Em menos de cinco minutos estava acabado. Foi quando ele ergueu as sobrancelhas, me encarou e abriu um sorriso.
- Olá, desculpe fazê-lo esperar.
- Que é isso, eu que agradeço novamente pela disponibilidade do senhor em me receber.
- Acho que já é tempo de deixarmos de formalidades, por favor, sente-se.
Começamos a conversar enquanto ele reorganizava as peças do jogo. Eu estava ansioso por compartilhar as boas notícias:
- Recebi uma promoção.
Seu rosto iluminou-se com genuíno contentamento.
- Meus parabéns. Tenho certeza de que foi merecida.
- Na verdade, é sobre isso que eu gostaria de conversar hoje. Tenho recebido bastante suporte do meu chefe, ele inclusive me apresentou ao senhor. Desculpe, a você. Sinto que estou crescendo, mas quando vejo meus colegas fico pensando se não é apenas sorte. Será que eu obteria os mesmos resultados se estivesse trabalhando com outras pessoas, com outro chefe?
- Você joga Gamão?
Ele parecia não me ouvir. Respondi tentando esconder a frustração:
- Não, nunca aprendi. Jogávamos Xadrez lá em casa.
- Xadrez é um grande jogo. O jogo dos reis. Pena que não retrate bem a realidade.
O velho tinha um talento para questionar as minhas certezas e foi falar mal logo do Xadrez, o jogo que meu pai me ensinou. Não me contive e parti para a defesa:
- Como assim? O Xadrez foi criado justamente para reproduzir o prazer estratégico de um campo de batalha. Não conheço jogo que retrate a realidade melhor do que ele.
- É verdade. Porém, o Xadrez tem uma falha grave, não leva em consideração o fator aleatório. Não existe sorte no Xadrez, apenas técnica. Não é assim que o mundo se comporta. Por essa razão, eu prefiro o Gamão.Ele até que tinha um ponto, mas estava divergindo da conversa.
- Podemos voltar ao meu questionamento inicial? - Pensei que estivéssemos falando disso. Você mencionou que acredita que teve sorte na sua carreira, você conhece a origem da palavra sorte em hebraico?- Não.- Sorte, ou "Mazal" origina-se de três outras palavras: Makon que significa lugar, Zman, tempo, e Limud, estudo. Portanto, sorte significa estar no lugar certo, no tempo certo e de posse de um determinado conhecimento. Sendo assim concordo que você teve sorte pois, como a própria palavra define, estar no lugar certo na hora certa de nada adianta se você não estiver devidamente preparado.
E concluiu:
- Preocupe-se com estar preparado e deixe de lado as coisas que você não consegue controlar. Como está o seu tempo hoje?
- Tranquilo.
Respondi sorrindo, feliz com a sensação de que já havia ganhado o dia.
- Então prepare-se, pois hoje você vai aprender a jogar Gamão."

quarta-feira, 25 de março de 2009

As 22 Melhores Práticas para Gestão de Talentos

Baseado em 2 anos de pesquisa e análise de aproximadamente 1.000.000 de variáveis, a Bersin & Associates encontrou 22 processos de gestão de talentos que proporcionam o mais alto impacto no negócio. Compartilho com vocês o link para esta lista para que a utilizem, caso acharem conveniente, nas suas estratégias de gestão de talentos: http://www.bersin.com/Resources/Content.aspx?id=6150

segunda-feira, 23 de março de 2009

Ainda sobre Juros: uma obra do mais puro desabafo...

Recebi um email contendo uma carta aberta ao Bradesco e compartilho com vocês pois parece ser uma resultado de profunda reflexão e espelha o desabafo de milhares de brasileiros:


CARTA ABERTA AO BRADESCO


Senhores Diretores do Bradesco, Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.


Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc).. Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante.


Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade. Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal?


Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.


Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço..


Além disso, me impõe taxas. Uma 'taxa de acesso ao pãozinho', outra 'taxa por guardar pão quentinho' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.


Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.


Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho.


Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.


Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de crédito' - equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pãozinho', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.


Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco.


Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de conta'. Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura da padaria', pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.


Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como papagaios'.. para liberar o 'papagaio', alguns Gerentes inescrupulosos cobravam um 'por fora', que era devidamente embolsado.


Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos. Agora ao invés de um 'por fora' temos muitos 'por dentro'.


- Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.


- Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 'para a manutenção da conta' semelhante àquela 'taxa pela existência da padaria na esquina da rua'. - A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo.


- Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quentinho'.


- Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.




Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.
Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?
Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.
Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco.




Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados..
Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, voces concordam o quanto são abusivas..!?!

domingo, 15 de março de 2009

Vínculos Emocionais, Indice de Produtividade e Nossas Equipes

Interessante a reportagem que saiu hoje na Folha de São Paulo sobre o comprometimento dos profissionais:

"Apenas 22% dos profissionais brasileiros são produtivos e mostram interesse na carreira e no futuro da empresa. No outro extremo, 17% são considerados o oposto: ativamente desengajados no trabalho.
Esse foi o resultado de uma pesquisa da consultoria de recursos humanos Gallup com 1.004 pessoas que fazem parte da população economicamente ativa nas capitais brasileiras.

Entre os dois extremos estão 61% de desengajados, preocupados apenas em cumprir sua função, mesmo que de maneira não tão adequada. "Se há um incêndio, o engajado chama o bombeiro, tenta apagar e alerta a todos. O desengajado faz a mesma ligação, mas pega suas coisas e vai embora. O ativamente desengajado joga o computador e vê se o fogo aumenta", explica Sergio Pais, consultor da Gallup.

O "incendiário" pode ser produzido pela própria organização, por motivos como falta de infraestrutura -uma máquina adequada, por exemplo- e insatisfação com a liderança.
"É fácil colocar rótulos, mas as pessoas não são desengajadas, elas estão [nessa situação]", afirma Pais. Ambientes inadequados, com falta de refrigeração, por exemplo, também desmotivam, indica Felipe Westin, da Right Management.

Por outro lado, formar um vínculo emocional com o trabalho pode empolgar, segundo Célia Marcondes, especialista em gestão de pessoas da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). "O brasileiro é muito sensível, precisa de reconhecimento e incentivo."

Ânimo lucrativo

A Gallup também cruzou o índice de produtividade dos engajados com seu percentual na população e calculou que, se todos os funcionários fossem assim, as empresas ganhariam US$ 48 bilhões (R$ 110 bilhões) a mais por ano. Isso equivale a cerca de três vezes o lucro líquido da Petrobras em 2008.
Os entrevistados comentaram quesitos como carreira, liderança e qualidade de vida. As perguntas vieram de um questionário desenvolvido em entrevistas com 80 mil gestores em todo o mundo."

Este tema resgata uma das questões que muitas vezes trabalho nos processos de coaching e se referem ao quociente de adversidade. Existem 3 tipos de pessoas na escalada profissional: os desistentes (aposentados antes do tempo), os campistas (presos à sua zona de conforto) e os alpinistas (incansáveis na sua escalada). Estudos com executivos indicam que 80% dos funcionarios são campistas. Quanto maior a adversidade, mais pessoas se tornam campistas ou desistentes. Considerando que 98% dos entrevistados prevê um futuro mais caótico e incerto, uma nova força de trabalho precisa ser desenvolvida para enfrentar os desafios da nova economia mundial. Líderes não podem seguir de braços cruzados enquanto vêm desengajados / ativamente desengajados ou campistas / desistentes crescerem dia a dia em suas organizações. Afinal de contas, o seu índice de produtividade está em jogo!

sexta-feira, 13 de março de 2009

quinta-feira, 12 de março de 2009

Não se identifique com seu estilo de vida, identifique-se com os seus valores.

Li um artigo interessante sobre as armadilhas do consumo:

"Decisões financeiras são tomadas por impulso, compulsão e principalmente pelo significado que determinados produtos adquiridos têm para cada um. Da compra de um sapato à aquisição de um iate, o status, o poder, a auto-estima e a imagem que se quer passar para os outros são alguns dos motivadores – conscientes ou inconscientes – que determinam as escolhas das pessoas no dia-a-dia.

O problema está no excesso e quando o limite do consumo é ultrapassado as perdas são muitas, indo do endividamento ao sofrimento desmedido. Devedoras de uma imagem melhor, de um corpo perfeito, de uma inteligência maior ou de uma dedicação mais intensa aos filhos, as pessoas consomem produtos na tentativa de suprir uma falta que angustia, porque nunca é totalmente preenchida. Mas, como lidar com isso numa sociedade que exige e promove um consumo tão acelerado e vigoroso?

Por que as pessoas compram tanto? Quais são os motivos que levam ao endividamento repetitivo? O que faz as pessoas “esquecerem” suas reais condições financeiras e contraírem dívidas? Os afetos interferem nas decisões financeiras? Realmente, tudo na vida é pago? Pesquisas, livros, experiência de vida, trocas de idéias e as manifestações artísticas foram construindo respostas que ajudam aos que querem romper com as dívidas financeiras e emocionais."

Em life coaching trato deste tema com o objetivo de gerar tranquilidade mental e liberdade. No final, o importante é você identificar o que existe na sua vida que realmente reflete você mesmo, os seus valores e as suas necessidades.

Não se identifique com o seu estilo de vida - pois este literalmente consome vida - e sim com os seus valores - isso sim é extraordinariamente atrativo!

domingo, 8 de março de 2009

Por que nós queremos o que nós queremos?

Ler Fred Kofman me fez querer compartilhar algumas questões:


Pense em algo que você quer: um carro novo, mais tempo livre, um escritório com luz natural, um salário maior. Faça a si mesmo a seguinte pergunta: "Se eu conseguisse isso, o que eu estaria obtendo que é ainda mais importante para mim do que essas coisas (carro novo, tempo livre, escritorio com luz natural, aumento de salario). Por exemplo, eu quero escrever este blog. Minha pergunta então seria: "Se eu escrever este blog, o que eu vou obter que é ainda mais importante para mim que escrever este mesmo blog?" Uma resposta poderia ser: "Eu vou provocar as pessoas ajudando-as a refletir e a se conhecerem melhor, seja no trabalho ou no dia-a-dia."


A seguir, pergunte-se a mesma questão novamente utilizando a resposta da questão anterior: "Se eu conseguir ajudar as pessoas a refletirem, o que eu vou conseguir que ainda mais importante para mim?" Minha segunda resposta seria: " Eu participaria no desenvolvimento de uma sociedade mais consciente."


Pegue esta resposta e pergunte-se a mesma questão de novo e de novo, até que você não possa trazer à tona mais nenhuma razão encoberta para querer o que você quer. (No meu caso, uma sequencia possível seria: "para preencher minha missão de vida", "para sentir que minha vida tem um propósito", " para alcançar a verdadeira felicidade").

Estou seguro - pela experiência com meus clientes - que não importa o quão diferente seja o inicio deste exercicio, a maioria das investigações convergem para um conjunto de valores praticamente universal: verdade, felicidade, realização, liberdade, paz e amor.
Sucesso, definido com a obtenção de algo que queremos, é notavelmente ausente desta lista de valores. Sem negar sua importancia, sucesso, como todos os resultados externos, é uma meta intemediaria na trilha para um objetivo superior, como felicidade.


Não tome minhas palavras como difinitivas. Veja o que sai com você. Experimente!

segunda-feira, 2 de março de 2009

Como as vezes é difícil ser cliente da Telefonica...

Segue abaixo a confirmação de que o ombudsman da Telefonica recebeu minha reclamação:

"----- Original Message -----
From: Servico Ombudsmanweb
To: mhtml:%7BEC5FA1A0-0224-4FBC-B793-7C0C6CCE562F%7Dmid://00000035/!x-usc:mailto:pablo.aversa@terra.com.br
Sent: Monday, March 02, 2009 5:57 PM
Subject: Re: Ombudsman
Agradecemos por contatar-nos e contribuir para a avaliação e melhoria da qualidade dos serviços prestados por nossa Empresa. Sua solicitação foi registrada com nº25890 /09 em 28/02/2009 para análise e retorno em 16/03/2009
Cordialmente,
Serviço Ombudsman"

Apenas para relembrar, detectei também na Telefonica que, como cliente fiel, tinha condições bem menos vantajosas que as oferecidas à clientes novos. Estava pagando pelo meu plano Duo (speedy 4Mbps + fale a vontade) R$ 175,50 enquanto a Central de Relacionamento oferece este mesmo plano R$ 135,60...

No Sabado consegui pelos 6 proximos meses reduzir o valor para R$ 105,54 argumentando com uma proposta do concorrente bem mais vantajosa.

O que o ombudsman pode acrescentar à minha decepção em relação ao tratamento recebido nos últimos anos?

Agora vou me centrar na Sky...

Para Um Novo Modelo Mental, Muita Reflexão

Deixar uma empresa para tocar o próprio negócio, ainda que com uma estrutura já montada, porém, exige estudo, planejamento e tempo, além de uma mudança de atitude. "O executivo vai precisar descer um pouco do pedestal", diz Marcelo Cherto, presidente do grupo Cherto, empresa de consultoria especializada em ocupação de mercado. "É preciso ter espírito empreendedor e estar presente no negócio o tempo todo. Afinal, você não terá mais a secretária, a área jurídica, a financeira e o RH para te dar suporte. É você mesmo quem resolverá tudo", completa ele, que tem sido procurado também por profissionais que não foram demitidos, mas ficaram sobrecarregados com a crise. "Obviamente não estão satisfeitos com essa situação e estão buscando uma saída", conta.

Outro fator considerado crítico para Cherto em relação aos executivos é o desconhecimento sobre suas fraquezas. Para ele, um profissional pode ser muito bom em vendas e estratégia, por exemplo, mas ruim em liderar equipes ou controlar as contas. "Como cada negócio tem suas particularidades, é preciso saber escolher um que permita usar suas habilidades e minimizar suas falhas. Buscar um sócio com características que complementem as suas pode ser uma boa solução."


O consultor e especialista em franquias Ricardo Rizzo, presidente da Rizzo Franchise, afirma que o excesso de confiança também pode comprometer o desempenho da loja. "Executivos tem uma tendência a achar que já sabem tudo sobre negócios e muitas vezes não fazem a lição de casa como deveriam quando assumem uma franquia. Acabam frustrados, pois realmente têm conhecimento e experiência, mas mesmo assim não conseguem os resultados esperados", afirma.


Não possuir a disciplina necessária para manter a paixão pelo seu negócio pode fazer com que as coisas não saiam como esperado, tornando-se um desastre (imagine se a perder...). Ser empreendedor é matar um leão por dia, literalmente. Quando se é empregado você se preocupa apenas em receber seu salário no final do mês. Como dono não. Precisa estar de olho nas vendas, pagar as contas, os salários, os impostos e ter controle sobre tudo o que gira em torno de sua empresa.


Portanto 2 dicas importantes: 1) Aprofunde o conhecimento que você tem de si mesmo. Optar por um novo negócio como uma saída porque você está fazendo sozinho na empresa o que antes era dividido em até três pessoas é muito perigoso. 2) Escolha pessoas que podem lhe ajudar no seu desenvolvimento pessoal e também no desenvolvimento do seu negócio.


Essa pode ser a diferença entre o fracasso e o sucesso nesta transição.

Para Uma Nova Atitude, Um Novo Modelo Mental

Deu hoje no Valor Econômico: "Perspectivas negativas no mercado de trabalho, cortes na remuneração e nos bônus, além da insegurança em investir o dinheiro em ações ou até mesmo em fundos de renda fixa, tem feito cada vez mais executivos a pensarem em um negócio próprio para garantir renda e estabilidade econômica sem depender do atual cargo, da empresa ou do bom humor da bolsa de valores.

"Em momentos de turbulência, os executivos procuram investir em si em termos de força de trabalho e aplicar seu dinheiro em algo que possam manejar de forma direta. Nesse sentido as franquias acabam sendo uma opção bastante procurada, pois representam um negócio já estruturado, com uma marca testada e aprovada", afirma o presidente da Associação Brasileira de Franquias (ABF), Ricardo Bomeny. Dados da ABF mostram que, impulsionada pela crise, a procura por franquias cresceu mais de 20% no segundo semestre do ano passado, comparando com o mesmo período de 2007.

A previsão é que o setor cresça entre 12% e 13% em todo o país durante esse ano, sendo que grande parte deste percentual será devido ao investimento de executivos que saíram ou pretendem sair da iniciativa privada. "

Será que estes novos empreendedores estão preparados para realizar uma transição de carreira sólida? Na verdade, cerca de 50% dos novos negócios fecham suas portas ao final do segundo ano. Não existe nada pior do que abrir uma empresa, o que por si só gera grandes expectativas e ter que fechar as portas dois ou três anos depois, para encarar novamente o mercado de trabalho.

Você estaria apto?

domingo, 1 de março de 2009

Você sabe ignorar as contradições do mundo corporativo?

Muitas organizações tem códigos de conduta paradoxais implicitos. Algumas das típicas mensagens nessas culturas são:


  • Mantenha os outros informados, mas esconda os erros.

  • Diga a verdade, mas não traga más noticias.

  • Assuma riscos, mas não falhe.

  • Derrote todos os demais, mas faça parecer como se ninguém houvesse perdido.

  • Jogue em equipe, mas o que realmente importa é a sua performance individual.

  • Expresse suas idéias independentes, mas não contradiga seu chefe.

  • Seja criativo, mas não se afaste dos regulamentos.

  • Prometa somente o que você pode fazer, mas nunca diga "não" para as demandas do seu chefe.

  • Faça perguntas, mas nunca admita ignorância.
  • Pense nos resultados globais, mas é melhor que você otimize aquilo pelo qual você é responsável.

  • Pense a longo prazo, mas é melhor você entregar os resultados imediatos.
  • Siga todas essas regras, mas aja como se nenhuma delas existisse.


Muitas organizações parecem firmemente determinadas a fingir que o que está acontecendo não está realmente acontecendo. Para sobreviver, os funcionários tem que aceitar que eles não estão experimentando o que eles experimentam. Muito louco, não? Isto os coloca numa insuportável contradição. Mais ainda, eles tem que agir como se estas contradições não existissem, o que faz com que seja impossível discutí-las ou mudá-las...

Não me surprende que stress e apatia se espalhem desenfreadamente nestes ambientes. Reprimir a realidade esta no cerne dos transtornos mentais.



Você sabe como enfrentar este cenário?

Como as vezes é dificil ser cliente da Telefonica...Outras Vezes Nem Tanto!

Resolvi não esperar pelo ombudsman e liguei novamente para a Central de Relacionamento da Telefonica para informar que a NET Virtua esta oferecendo o mesmo serviço a R$ 84,90 / mes. Com isso consigo reduzir o meu custo para R$ 59,94 pelos proximos 6 meses. Nada mal. Entre a ligaçao de ontem e a de hoje obtive um desconto de 57,7%...

É importante na vida pessoal contar com bons fornecedores mas, assim como no mundo corporativo, é fundamental de tempos em tempos se assegurar que as condições que parametrizam os relacionamentos são competitivas.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Como às vezes é difícil ser cliente do Terra... Outras nem tanto!

Tenho que admitir que a ouvidoria do Terra é bastante rápida e eficiente. Enviei ontem à noite um email sobre o assunto e hoje já recebia uma ligação do Lucas para entender melhor minha demanda. Segue na integra a solução encontrada para me deixar novamente contente com o serviço que a Terra oferece:

"Prezado Pablo,

Conforme contato telefônico, reiteramos que, de acordo com sua solicitação, efetuamos a alteração de seu plano de acesso para o Plano Relacionamento Terra Banda Larga Suporte Online Comodato (Speedy), no valor de R$9,90.

Além do seu plano de acesso, constam ativos em seu cadastro os serviços adicionais Terra Mail Gigante, no valor de R$ 7,90 e o Antivírus Terra, no valor de R$0,00.

Caso desejar contatar a Central de Atendimento do Terra, poderá utilizar os canais a seguir:

- Fale com o Terra: http://www.terra.com.br/fale/capa.htm
- E-mail: clienteterra@terracom.br ;
- On-line (chat): http://www.terra.com.br/suporteonline ;

Permanecemos à disposição para qualquer esclarecimento que se faça necessário.

Atenciosamente,
____________________________________________
Lucas Pinheiro
Equipe de Ouvidoria
www.terra.com.br/fale
Terra Networks Brasil S/A
____________________________________________
Terra. Qual é a sua?"


Alcancei meu objetivo de equiparar o custo do serviço que adquiri em 2003 ao custo que o fornecedor oferece para novos clientes - reduzindo o mesmo em 45,7%!
Alem disso, fiquei contente com a rapidez com que a equipe do Terra respondeu. Vemos ver se a Telefonica tambem tem um desempenho semelhante em relação ao Speedy.

Como as vezes é dificil ser cliente da Telefonica...

Ao descobrir a oportunidade na despesa com o Terra, surgiu outro tratamento diferenciado, desta vez junto a Telefonica. Ela me cobra mensalmente R$ 129,90 como provedora de banda larga 4Mbps, no entanto - para os clientes novos no seu site - ela oferece o serviço por apenas R$ 89,90 (!). Mais 1 hora e meia para lidar com a Central de Relacionamento desta empresa... A atendente não pode me oferecer o valor ofertado no seu site. O "sistema" permite apenas migrar a minha conta do "antigo portfolio para o novo portfolio" e com isso reduzir minha mensalidade de R$129,90 para R$ 119,90... É interessante como a atendente se refere a autonomia qua a empresa tem para resolver os problemas como um "sistema" independente (o "sistema" isso, o "sistema" aquilo), não falamos com seres humanos responsáveis pela qualidade do atendimento ou pela manutenção do relacionamento, falamos com máquinas autônomas... O que certamente facilita muito o trabalho da Telefonica, não? ("Eu? Não, a culpa não é minha, é do "sistema"!, eu apenas trabalho aqui..."). Bem, aceito a redução mas tento registrar minha frustração. Digo tento pois a atendente passa para um outro setor e a ligação cai. Acesso o site e deixo a reclamação registrada junto ao ombudsman (chique, não?).

Vejamos o que acontece nas proximas 72 horas: será que o ombudsman tem boa penetração junto aos "sistema"? Ou será que o "sistema" na hora que o ombudsman liga para cobrar uma posição tambem derruba sua ligação? Enquanto isso o sol continua brilhando lá fora...

Como as vezes é difícil ser cliente do Terra...

Acordei intrigado com a possibilidade de alguns fornecedores estarem me cobrando um valor diferenciado, apesar de lhes brindar com uma cega fidelidade logo após celebrarmos nosso contrato. Resolvi checar primeiro o meu provedor de internet (Terra) ao qual pago uma mensalidade de R$ 32,80. Descobri que eles atualmente estão oferecendo o serviço a R$ 14,90! e com muito mais recursos que meu plano de 2003! Bela forma deles manterem os clientes... Bem, não vamos perder tempo e ligar para o 11 3677-1515 e defender nossas finanças.

A atendente me explica que esse valor é apenas para novos clientes e que meu contrato tem uma mensalidade de R$ 24,90 mas que eu estou pagando mais R$ 7,90 pois o plano básico apenas oferece por uma caixa postal e este é o custo das adicionais (e de mais espaço). Aleguei que o pacote de R$ 14,90 oferecido atualmente no site já vem com cinco caixas adicionais. Ela se predispõe então a tentar obter uma promoção em até 3 dias úteis. Explico que o concorrente UOL também esta oferecendo o serviço por R$ 14,90. Ela registra meu comentario e me informa que em breve estarei recebendo um email com uma nova proposta. Esta minha intervenção levou uma hora enquanto lá fora faz um belo sol. Impressionante como o tempo nos é sequestrado...Veremos o que eles vão me enviar.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Facilite suas vida: tenha claro os seus valores!

Valores representam quem nós somos. Não quem nós gostariamos que fossemos, não quem nós pensamos que deveriamos ser, mas quem somos em nossa vida neste exato momento.

Outra forma de colocar isto é que valores refletem nossa essência única e individual, nossa derradeira e mais gratificante forma de se expressar e de se relacionar. Nossos valores funcionam como uma bússola apontando o que significa ser verdadeiro para si mesmo. Quando honramos nossos valores regular e consistentemente, curtimos a vida e nos sentimos realizados.

Como coach, sei o quão benéfico pode ser para as pessoas quando elas tem claro seus próprios valores. As importantes decisões sobre a vida são mais fáceis de tomar e os resultados são sempre bem mais gratificantes quando estas decisões são vistas através de uma matriz de valores pessoais bem conhecidos.
By the way, o quão claros estão estes valores no seu dia-a-dia?

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Propósito de Vida


Dizem que as pessoas nascem com um propósito de vida. Algumas nunca procuram pelo seu propósito e portanto ele permance sem ser mencionado por toda a vida. Mas ele está lá. O propósito de vida é a razão pela qual nós estamos neste planeta. Isto é o que estamos destinados a realizar. É o dom que estamos destinados a exercer. O propósito de vida não está relacionado com um trabalho nem mesmo com uma vocação. É a expressão vital, 24h por dia, 7 dias por semana, de quem você é quando está alcançando seu pleno potencial.

Quando as pessoas estão em sintonia com o seu propósito, elas estão realizadas. Elas estão contribuindo e fazendo a diferença. Quando não estão em sintonia com o propósito, elas estão descontentes e insatisfeitas. É muito desafiador para elas não agir em sintonia. É uma sensação terrível, chata, de incoerência.

A tarefa do coach é trabalhar com os clientes para desenhar uma declaração de propósito de vida que eles possam utilizar na medida em que esclarecem a missão deles no mundo. Tal declaração lhes permite conectar-se com o seu propósito de vida fácil e rapidamente.

E você? Tem pronto esse grande luminoso que o ajuda a encontrar a saída da areia movediça quando você está se debatendo nela?

Princípios pelos quais vivo e trabalho



  1. Respeito - o resultado importa; pessoas importam mais

  2. Dar Seguimento - assumo a responsabilidade por "onde a bola cai"; "follow-through"

  3. Integridade - pensamento, palavra e ação estão todos alinhados; "walk the talk"

  4. Mente aberta - estou sempre disposto a enxergar a vida com lentes diferentes, experimentar novos conceitos

  5. Responsabilidade - assumo a responsabilidade por criar uma vida e uma carreira que seja gratificante; tanto pelo que funciona como pelo que não funciona

  6. Otimista - com mais frequência do que não, vejo o copo 1/2 cheio ao invés de 1/2 vazio

  7. Efetividade - ser eficiente é formidável, mas ser efetivo significa ser eficiente em relação as coisas certas

  8. Desenvolvimento - vejo a contínua necessidade de aprender, de crescer e de transformar-se cada vez mais num mestre na comunicação, na atitude, nos relacionamentos, na transferência de habilidades, em liderança

Se você segue ao menos 6 deste princípios, ou se esta interessado em reivindicar ou desenvolver estes princípios para o seu dia-a-dia, você tem um perfil adequado para coaching na Room 4D.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Expectativas Negativas Criam Resultados Negativos

Estava revirando a net em busca de dados sobre a quimica da performance e me deparei com este artigo do Alberto Lira:

"Já ouviram falar de efeito placebo? E nocebo?

Pesquisas comprovam que podemos e somos influenciados por fatores externos, que agem diretamente em nossas mentes. Placebo é a sugestão dada ao nosso subconsciente sobre algo que acreditamos que poderá acontecer. Na medicina, está provado por pesquisas com pacientes, que um inócuo comprimido, feito de farinha, açúcar ou qualquer outra substância, quando indicado pelo médico como o melhor remédio para aquela enfermidade, poderá ter a mesma ou maior eficácia, comparado a outro cientificamente desenvolvido para a cura específica. Quando isso ocorre, chamamos de efeito placebo.

A avalanche de informações, especulações e incertezas que recebemos a todo o momento sobre crise, desemprego, recessão, retração etc, acaba, de certa forma, influenciando nosso comportamento nas decisões, algumas vezes precipitadas. Quando isso acontece, denominamos de efeito nocebo, paradoxo do placebo.

Nesse momento, é necessário inteligência para escolhermos as informações, para não sermos contagiados com nuvens de pessimismo, que atrofiam nosso campo de visão.

(...) Convido-os a embarcarem numa viagem de otimismo, pois o certo mesmo é arregaçar as mangas e mudar a estratégia quando for necessário, contudo jamais desistir.

(...) Enfim, temos muito que fazer, em vez de ouvirmos tantos gurus da economia sempre atualizando suas profecias. Prefiro recordar uma das frases de Henry Ford: "Se você acredita que pode ou que não pode alguma coisa, você está certo"."

Nocebo e resiliência baixa estão diretamente relacionados. O aumento da resiliência imuniza contra o efeito Nocebo. Treinamento / Coaching pode aumentar a resiliência de uma pessoa em média 20%. Já pensou?

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Bom senso


Recebi um belo email de uma colega que compartilho com vocês:
"Vivo lembrando as pessoas que 2009 será um ano difícil mas que 92% das pessoas tem emprego, que mesmo com toda esta crise, de acordo com o FMI, a economia mundial deve crescer cerca de 2% em 2009, enquanto a previsão para o Brasil é de 3%, e que o trabalho dos noticiários é aumentar o ibope e estão criando um monte agitação desnecessária. Em relação à ameaça de desemprego, uma pesquisa do CNI/Ibope apontou que 17% dos entrevistados disseram acreditar que o índice "vai aumentar muito". Considerando que a taxa de desemprego está projetada para um pico de 9%, isto significa 15,5% esta vivendo sob medo e preocupando-se por nada! Como coach, é minha missão pessoal neste ano ajudar meus clientes a eliminar o medo e viver com intensidade inúmeras possibilidades."
Estamos ao serviço da sensatez!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Aprimorar a performance de seu time? Como?!

Encare: 2009 ainda vai ser o seu ano mais díficil. Os orçamentos estão mais enxutos, as expectativas estão mais altas, e você está sob pressão para alcançar as metas - e nem pense em errar ou soluçar. Esta é uma tarefa árdua, mesmo se você contar com uma equipe experiente composta por profissionais altamente motivados A+.

E se você não conta com um time assim? O que fazer se você - como a maior parte dos gerentes - está lidando com um grupo forte, mas não estelar, composto por membros com variados níveis de empenho e habilidades, e uma limitação severa para recrutar novos talentos?

Coaching de Equipe é a solução! Forme um time de alta performance - a partir do talento dos atuais integrantes - sem desperdiçar tempo!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Preste Atenção No Que Estamos Fazendo


Recomendo que vejam este vídeo apresentado na Conferência deste ano do TED (Technology, Entertainment, Design), cujo tema foi "Adotei a Virtude". Este evento traz os mais fascinantes pensadores e realizadores do mundo que são desafiados a falar sobre suas vidas em 18 minutos

Nele o psicologo Barry Schwartz faz um apaixonado apelo pela "sabedoria prática" como um antídoto para uma sociedade que está ficando insana com a burocracia. Ele argumenta com fervor que regras sempre falham, incentivos frequentemante saem pela culatra, e que a sabedoria pratica e cotidiana nos auxiliará a reconstruir nosso mundo. (Gravado em Fevereiro de 2009 em Long Beach, California. Duração: 20:45.)

Segue o link - http://blog.ted.com/2009/02/the_real_crisis.php

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Superando as Deficiências no Desenvolvimento de Líderes

Claro que há solução!

As 5 maiores deficiências no desenvolvimento de líderes fortes apresentadas há poucas postagens atras não são problemas sem solução. Seguem 5 abordagens que as organizações podem utilizar para alcançar excelência na liderança:

1 - Comece com o fim em mente - alinhe as habilidades de liderança a serem desenvolvidas com as prioridades do negócio e as competências de liderança relacionadas a estas prioridades.

2 - Transforme sua linha de produção de sonhos numa robusta linha de produção de líderes -Passos: Identifique logo no inicio na carreira das pessoas aquelas com motivação e habilidade para serem futuros lideres + Acelere o desenvolvimento desses candidatos de alto potencial + Foque em amplos níveis de liderança de baixo para o topo + Identifique as competências chave relacionadas com as metas do negócio em cada nível de liderança + Desenvolva bolsões de candidatos nos principais níveis de liderança + Identifique e prepare líderes para as principais transições + Conduza detalhadas avaliações quanto às capacidades de liderança e a prontidão para avançar na linha de produção.

3 - Foque menos no O Que e mais no Como - execução, execução, execução

4 - Crie oportunidades para a prática da liderança - As empresas não devem apenas proporcionar uma grande quantidade de opotunidades de aprendizado "on-the-job", mas também aprimorar a qualidade destas experiências. Líderes necessitam de coaches para obter conselhos e feedback especificos, assim como um amplo leque de oportunidades para praticar suas habilidades, onde progressivamente aumentamos a barra para niveis de desafio mais altos.

5 -Meça aquilo que você mexe - mensure os resultados de suas iniciativas de desenvolvimento de liderança. Medir eleva a responsabilidade e pode inclusive elevar a estratégia organizacional.

Existe no estudo uma correlação desenvolvimento da liderança / qualidade muito interessante entre os líderes e os profissionais de RH das mesmas organizações: quanto maior a qualidade do desenvolvimento da liderança - na avaliação dos profissionais de RH - mais confiança os lideres expressam na sua habilidade de assegurar o sucesso da organização a longo prazo.

Empresas falham na hora de manter o capital intelectual

Saiu no Valor hoje que mais empresas, entre elas as administradoras de fundos de private equity, estão recorrendo às firmas de consultoria em busca de socorro para as aquisições e fusões que fizeram recentemente no Brasil.

"Grande parte dos CEOs dedica um grande empenho à negociação e à assinatura de um acordo de aquisição e fusão. Mas, para os funcionários, o "day after" desses negócios pode não ser bem uma lua-de-mel e sim um pesadelo.

Em muitos casos, os principais executivos deixam de cuidar pessoalmente de vários aspectos dos processos de integração, cujos custos costumam ser bem mais onerosos do que os previstos. E os chamados "quick wins", os ganhos imediatos de sinergia, não acontecem tão rápido assim.

Uma pesquisa feita pela firma de consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) com executivos de cem empresas brasileiras que passaram recentemente por processos de fusão e aquisição, e obtida com exclusividade pelo Valor, mostra que um dos aspectos mais críticos é a evasão do capital intelectual. Em média, 25% dos gestores decidem não permanecer na empresa em virtude de políticas contratuais estabelecidas pela nova administração. Segundo Artur Giannini, consultor da PwC, muitos dirigentes não planejam como vão "conviver com o ex-competidor dentro da empresa".

"A demissão pode representar um custo adicional considerável e, além disso, perde-se uma parte importante do capital intelectual e do conhecimento num momento em que a expertise é fundamental para o sucesso da transação", escreve a PwC, em seu diagnóstico."

Nestes momentos a velocidade é fundamental pois não há fusão ou aquisição que possa de dar o luxo de perder 1/4 do capital intelectual. Um task force bem estruturado da area de RH sobre aos talentos tanto da empresa que esta comprando quanto da que esta sendo vendida pode garantir o fortalecimento de performance no ambiente instável que estes lideres e high potentials passam a transitar. Desenvolver a resiliência e as habilidades no campo da inteligencia emocional são ferramentas fundametais para estes executivos.

Deficiências no Desenvolvimento de Líderes

Recebi o ultimo estudo do Global Leadership Forecast 2008/2009 no qual participaram 1.493 profissionais de RH e 12.208 lideres de 76 paises. Nele 75% dos executivos pesquisados identificaram o desenvolvimento ou a alavancagem das habilidades em liderança como uma das principais prioridades nos negocios.

Ainda, apesar do reconhecimento da sua importância, o desenvolvimento de liderança não vai rapidamente a lugar algum... A confiança dos lideres tem caido constantemente nos ultimos 8 anos e grande parte deles não estão satisfeitos com as ofertas de desenvolvimento de suas organizações.

Por que?
Foram apontados os 5 maiores defeitos nos esforços em prol do desenvolvimento da liderança
1 - Os líderes nao recebem o correto desenvolvimento.
2- Os programas de desenvolvimento são mal executados
3 - A gestão de sucessão é inclompleta
4 - Líderes multinacionais são negligenciados
5 - A area de Recursos Humanos e os Executivos são de diferentes planetas

Há solução?

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Metas & Valores

Metas são para o futuro; Valores são para aqui e agora. Metas são definidas; Valores são vividos. Metas mudam; Valores são portos seguros com os quais você pode contar." Shelton Bowles

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Fome por realização

Parte da dificuldade em encontrar uma vida gratificante começa com onde as pessoas a estão buscando. Elas estão procurando por meios para ter uma vida gratificante. Portanto elas olham para o que elas tem... e o que elas não tem... e vêm uma diferença... e então procuram por coisas para preencher esta diferença. As pessoas frequentemente procuram por coaching em busca de algo que elas necessitam ter em suas vidas. Este "algo" pode ser o óbvio: um trabalho que paga mais, uma casa na praia, um negócio de sucesso. A busca também pode se focar em alcançar coisas menos tangíveis: tais como um belo casamento ou uma promoção. Infelizmente ter coisas é efêmero, e a satisfação é passageira. Você sabe disso a partir da sua própria experiência. Pense em algo que você realmente quer ter. Pense sobre o momento de êxtase quando conquista isto e como rapidamente o brilho começa a desaparecer: 6 meses após o carro novo, ou a nova promoção, ou ainda o novo relacionamento. Por mais que nós continuemos procurar maneiras de alcançar uma vida gratificante, nós acabamos nos preenchendo de forma temporária e estamos constantemente com fome...

Coaching cria um enfoque diferente para realização. Ele pergunta às pessoas para olhar no que seria necessário para se sentir realizado. E não apenas "em algum momento no futuro" quando a meta for alcançada, mas HOJE, porque a sensação de realização esta à nossa disposição todos os dias.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Juros: você tinha noção das disparidades existentes?

"Banco Central disponibiliza ranking de juros dos bancos

O Banco Central do Brasil passou a disponibilizar nesta quinta-feira (5) em seu site (www.bcb.gov.br) o ranking das taxas médias de juros cobradas por 35 bancos e financeiras.
A intenção é tentar reduzir o "spread" bancário - diferença entre os juros pagos e os cobrados dos clientes - e incentivar a concorrência entre as instituições.
Para pessoas físicas, há informações sobre as taxas médias de cheque especial, crédito pessoal, aquisição de veículos e de bens. Para pessoas jurídicas, os dados são sobre desconto de duplicatas, capital de giro prefixado, conta garantida, aquisição de bens e capital de giro flutuante.
O BC informou em seu site que as instituções praticam taxas diferentes dentro da mesma modalidade. "A taxa cobrada de um cliente pode diferir da taxa média. Diversos fatores como o prazo e o volume da operação, bem como as garantias oferecidas, explicam as diferenças entre as taxas de juros", explica o site do BC.Para o economista Carlos Eduardo de Freitas, tanto pessoas físicas quanto empresas podem se beneficiar com a tabela. Ele diz, no entanto, que somente a tabela não é suficiente para baixar os juros. “Traz transparência, as pessoas podem saber com muita clareza (o que cada banco está cobrando). Agora, não faz milagre”, ressalta"

Pessoas confiantes se dissociam de eventos negativos

Meu amigo Diogenes Falavigna me enviou uma história que no meu entender é o claro exemplo de uma a pessoa emocionalmente inteligente:

"Um dia peguei um taxi e fomos direto para o aeroporto.
Estávamos rodando na faixa certa quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente.
O motorista do taxi pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!
O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós.
O motorista do taxi apenas sorriu e acenou para o cara.
E eu quero dizer que ele o fez bastante amigavelmente.
Assim eu perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!'
Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo 'A Lei do Caminhão de Lixo".
Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, e de desapontamento. A medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não tome isso pessoalmente.Apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente. Não pegue o lixo delas e espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas.
O princípio disso é que pessoas bem sucedidas não deixam os seus caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta para levantar cedo de manhã com remorso. Assim, ame as pessoas que te tratam bem e ore pelas que não o fazem.
A vida é 10 % o que você faz dela e 90% a maneira como você a recebe."

Para poder reagir desta forma e consequentemente ter uma vida mais plena é necesssário 3 habilidades:
1) Poder escolher um momento especifico para acessar uma emoção completamente
2) Poder escolher um momento especifico para não acessar uma emoção.
3) habilidade de experimentar sua emoção em um momento especifico e, ao mesmo tempo, saber descrevê-la e conseguir refletir sobre ela.

Sabedoria...

Nao perca tempo cometendo os mesmos erros

Estava revendo minha caixa de mensagens e saltou este artigo publicado na http://www.administradores.com.br/ pelo Huáras Duarte:

"Vivemos numa sociedade que não tolera mais pessoas que se acham "vítimas", pessoas que justificam o seu fracasso. O mundo avança muito rápido e o indivíduo que ficar parado vai naturalmente ser deixado para trás. Para ajudar a essas e outras pessoas, surgiu a figura do "Coach", para ajudar a pessoa tanto na vida pessoal quanto empresarial, para relembrar ao indivíduo que existem maneiras de transformar sonhos em realidade, potencial em excelência. Inteligência emocional, equilíbrio de vida, liderança, negociação efetiva, resiliência, alto desempenho, são habilidades aprendidas e nada melhor do que ter um coach para ajudá-lo a desenvolvê-las.

É comum vermos pessoas bem-sucedidas mencionarem a presença de um mentor, alguém mais experiente que acreditou nelas e ajudou-as de alguma forma, para que elas não perdessem tempo cometendo os mesmos erros.

Embora o Coach se assemelhe a figura do mentor, na prática, ele atua de maneira diferente. Seu foco principal é fazer o cliente assumir o controle de sua própria vida, desenvolvendo competências que o façam atingir as metas determinadas por ele (o cliente).

Emprestou-se este nome "Coach" do mundo esportivo, onde o coach (técnico do time) faz o papel do mentor, com objetivo de aumentar o nível de excelência de seus atletas. Nos últimos dez anos surgiu com força total o papel do coach pessoal e profissional. Existem dois principais motivos para esta atividade estar se difundido tão rapidamente:

1) ele atende a necessidade social e histórica de necessitarmos de um mentor que nos oriente, que nos ajudem a ter mais excelência em nossas vidas pessoais;

2) ele, comprovadamente contribui para uma melhora na produtividade do profissional na empresa, tornando-o mais efetivo e expandindo suas competências

Apesar de lidar com potenciais humanos, o processo de coaching é totalmente diferente de psicoterapia. Com o terapeuta, fala-se de transtornos e traumas emocionais; com o coach fala-se das metas que se pretende alcançar. O objetivo do coaching é criar a vida mais próxima do ideal projetado pelo cliente, com foco na ação e desempenho.

No campo pessoal: o life coaching ajuda o cliente a reavaliar e equilibrar todas as áreas de sua vida. O objetivo é estabelecer as bases para o cliente ser a melhor pessoa que puder ser. É ajudar o cliente a transpor os bloqueios que o impedem de ter uma vida de alta qualidade, através da habilidade de ficar focado nos passos que o levará de onde ele está para onde ele quer chegar.

No campo empresarial: o coaching é usado para aumentar as competências do executivo ou empresário, para que ele se torne um líder mais efetivo com inteligência emocional mais avançada. Pesquisas mostram que entre os fatores que causam mais prejuízo para a carreira do executivo estão:

1) a falta de capacidade de lidar com adversidades de maneira equilibrada

2) a qualidade de relacionamentos que ele estabelece com seus colegas, subordinados ou chefes na empresa."

Credibilidade e eficiência andam de mãos dadas. Qual o seu crédito na praça?

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Desafios como geradores de satisfação

Quase deixei de registrar estas sábias palavras que o Paulo Gaudencio publicou nesta ultima 6f na Gazeta:

"Desafio é um dos dois mais importantes fatores motivacionais. No processo decisório, o desafio corresponde à situação em que medimos o tamanho do problema, a intensidade de nossas forças, verificamos que são suficientes e, apesar de sentir medo, enfrentamos a situação. É a postura que chamei de corajosa.
Quando assumimos um desafio, estamos exercendo e exercitando nossa coragem. Qualquer pessoa que tente se lembrar de um período em que foi feliz no papel profissional vai se recordar de que estava enfrentando uma encrenca de bom tamanho e sendo corajosa."

Isto me remete ao fato que a satisfação profissional surge entre o tédio e a ansiedade, isto é, surge quando os desafios estão em equilibrio com a nossa capacidade de aptidão. Se estamos sob tédio, precisamos aumentar a barra. E se estamos sob ansiedade? Obviamente que reduzir a barra está fora de questão. Neste caso temos que investir para desenvolver e aumentar as nossas competências. E não podemos terceirizar esta responsabilidade. Cabe a nós cuidarmos de nossas habilidades, de nossa carreira e de nossa felicidade...Você já pensou nisso?

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Quem pilota sua carreira é você

Semana passada estive na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos para assistir uma palestra sobre Gestão de Carreira. Três pontos chamaram especialmente minha atenção ao longo da apresentação.
O primeiro refere-se a importante diferença entre Habilidade Politica, competência fundamental na arte do marketing pessoal, e Politicagem, capacidade de ludibriar, enganar e levar vantagem.
O segundo ponto trata-se da importância cada vez maior da gestão de pessoas, uma competência sem a qual torna-se muito difícil alavancar uma carreira de sucesso.
O terceiro aponta a difundida negligência em relação a construção da rede de contatos. Networking é uma habilidade essêncial no gerenciamento da nossa carreira.
Se lhe perguntassem qual o seu nível de conforto em relaçao à estas 3 competências, o que você diria? Você tem um plano de desenvolvimento estruturado para fazer frente à crescente necessidade de cuidar de sua carreira?

Mude seus Hábitos

Me chamou a atenção este artigo publicado na 2f na Gazeta sobre vida despreocupadamente saudável, principalmente pelo fato do equilibrio ser um dos temas chaves do coaching pessoal (life coaching). Vejam só:

"A vida saudável começa pelo respeito que você deve ter com você; por isso, o mais importante é achar que você vale a pena e conseguir priorizar-se entre todas as suas atividades, para colocar seu próprio nome na sua agenda.
Respeitando-se e cuidando-se melhor, você vai poder respeitar e cuidar mais dos outros. Só podemos dar para os outros aquilo que temos, e o que somos. Se estivermos desequilibrados, não podemos fornecer o equilíbrio; se somos pessoas estressadas, não podemos passar tranquilidade; se estamos irritados, não podemos mostrar bom senso.
Não há possibilidade de qualquer evolução espiritual alicerçada num corpo débil e frágil. Você, mal-humorado e irritado, não vai conseguir dar nada de bom ao seu próximo. Um corpo fraco e doente só pode dar coisas ruins para as pessoas próximas.
A vida saudável flui automaticamente numa pessoa que se conquistou, aquela que se achou muito importante, deu-se oportunidade e se desenvolveu. Fez-se por meio de hábitos mais sadios e menos destruidores; uma pessoa diferenciada, equilibrada e produtiva.
Outro treinamento mental importante para a vida ficar leve e você ser feliz é não pensar pensamentos improdutivos como, por exemplo, a preocupação, que é nada mais que uma ocupação antes da hora.
Toda vez que você se ocupa com alguma coisa realizando algo como o seu trabalho, por exemplo, você coloca seu organismo num plano de equilíbrio e leveza, fazendo com que tudo nele funcione harmoniosamente. Quando você se preocupa, você provoca nele uma verdadeira balbúrdia e desencontros que irão provocar desentendimentos que irão gerar as doenças.
A preocupação é cientificamente considerada o ápice da estupidez humana, porque além de não resolver nada, provoca a fabricação de potentes hormônios como o cortizol, por exemplo, que irão provocar danos graves para o seu organismo com o passar dos anos, além de provocar doenças como o mal de Alzheimer.
(Gazeta Mercantil/Caderno D - Pág. 7)(Nuno Cobra - Preparador físico e mental. Autor de "A semente da vitória". http://www.nunocobra.com.br/).

Pois é, o foco na criação de equilíbrio, bem-estar e qualidade de vida habilita o individuo a se colocar em primeiro lugar na sua própria lista de prioridades (extreme self-care), auxiliando-o a alcançar o pleno potencial de sua vida. Vale a pena tentar!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Comprar experiências traz mais felicidade

Saiu hoje na Folha: "Estudo realizado por pesquisadores de San Francisco State University sugere que comprar experiências de vida, em vez de bens materiais, leva a mais felicidade para os consumidores e para os que o rodeiam. O estudo demonstra que ir ao teatro ou sair para jantar, por exemplo, resulta num maior bem-estar porque satisfaz a necessidade da pessoa de desenvolver conexões sociais. Os resultados também indicam que as experiências produzem mais felicidade, independentemente do montante gasto pelo consumidor."

Afirmo: o sucesso do coaching também passa pelo fato de ser uma experiência de vida insequecível...

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Idéias que promovem uma humildade eficaz

Na postagem anterior perguntei como escapar da armadilha. Convido então os leitores a trazer idéias que possam manter líderes longe do risco de se tornarem arrogantes em virtude do poder conferido. Seguem alguma para começarmos:

1. Vou iniciar com algumas das provocações mencionadas por Jeffrey Pfeffer: encorage e recompense a dissidência. Sei que é mais fácil dizer do que fazer... para falar a verdade é extremamente difícil e de fato pode beirar um ambiente anárquico. Como alternativa à ter um exército de dissidentes, um líder pode cultivar um círculo de confiança (conselheiros de todos os níveis, tanto de dentro quanto de fora da organização). Ao final, podemos sempre apostar nos amigos mais próximos para nos manter com os pés no chão...

2. Dedique tempo com os clientes. Não estou falando sobre visitas formais aos executivos-chave dos seus clientes preferidos. Saia com seus representantes de vendas; sente-se e ouça as ligações do seu call center; faça um "tour" pelo negócios dos seus clientes e veja como eles utilizam o seu produto; seja um "mistery shopper" dos seus produtos ou serviços.

3. Leia e responda seu próprio email. Incentive os funcionários de todos os níveis a enviarem mensagens com perguntas, preocupações e sugestões. Deixe os funcionários cientes que você pode não conseguir responder cada um deles mas que você vai ler absolutamente todos.

4. Seja visível e acessível. Almoce no refeitório da empresa; participe dos eventos; apareça nos programas de treinamento. Não apenas sente com outros executivos - escolha um lugar por sua conta e convide os funcionários para acompanhá-lo, ou mesmo pergunte se pode se juntar à eles.

5. Tenha bate papos regulares com funcionarios selecionados ao acaso. E, por favor, não centralize a conversa, ou melhor, fale o menos possível nestas ocasiões. Tenho visto executivos ao fazer este tipo de coisa, falar sobre a estratégia da empresa, lançar um par de perguntas e partir. Enquanto eles podem ter deixado um impacto positivo - o que é ótimo -por outro lado eles não aprenderam nada. Pergunte um monte e ouça mais ainda.

6. Mergulhe em profundidade e com regularidade em tantos departamentos quanto possível. Dedique de meio dia a um dia inteiro se reunindo com tantas pessoas quanto possivel, passeando pelo escritorio, ouvindo apresentações, fazendo perguntas, olhando "sob o capô" e "checando os pneus".

7. Ligue para a agência de viagens da empresa e organize uma viagem. Leve um punhado dos seus gerentes com você. Visite tantos escritórios quanto possivel. Dedique tempo com seus clientes, times gerenciais locais, "high potentials" e outros stakeholders locais chave. Participe de todos os encontros com funcionários, tours formais e, quando possível, separe-se dos "anfitriões" e apenas circule e faça perguntas.

8. Conduza pesquisas regulares com funcionarios e clientes. Não leia apenas o sumário executivo - estude os dados, leia os comentarios originais e faça perguntas.

9. Contrate um coach executivo que esteja disposto a desafiá-lo e a judá-lo a ver como realmente as coisas são.

10. Alavanque o seu networking. Comece com seu próprio blog. Providencie um fórum confidencial onde clientes e funcionários podem postar comentários.

O que funcionou no seu caso? Como você manteve os pés no chão, modesto, e conectado com a realidade? O que você viu CEOs e outros líderes fazerem para evitar a arrogância do poder? Compartilhe!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Líderes devem cultivar humildade

Acabei de ler um artigo muito interessante no The Washington Post do Jeffrey Pfeffer, professor de Comportamento Organizacional na Graduate School of Business (Stanford University). O titulo é "A Arrogância do Poder":

"Research in social psychology consistently reveals the corrupting effects of power: disinhibition and a diminished focus on those with less power. Influence distances those with it from those with less influence. At the same time, the ability to understand another's point of view, and to put oneself in the other's place, is one of the most critical factors that affects ability to obtain influence and is a critical skill for everyone, including organizational leaders.
All of this is to make the point that although auto executives flying to Washington on private jets as they beg for government help and financial industry leaders paying out lavish bonuses even as they get government bailout funds is certainly inappropriate, even stupid behavior, it is far from unusual or incomprehensible. The higher you go in an organization, the more those around you are going to tell you that you are right. The higher reaches of organizations--which includes government, too, in case you slept through the past eight years--are largely absent of critical thought. That makes it tough for leaders to understand the point of view of others or, for that matter, to uncover problems or to figure out effective strategies.
There is also evidence, including some wonderful studies by business school professor Don Hambrick at Penn State, that shows the corroding effects of ego. Leaders filled with hubris are more likely to overpay for acquisitions and engage in other risky strategies. Leaders ought to cultivate humility. They certainly need to build cultures in which people can and will disagree with them over substantive decisions. They ought to get out and experience the world as others see it--maybe actually meet customers and shareholders, and they need to talk less and listen more.
But don't hold your breath waiting for any of this to happen. The few leaders who "get it" tend to preside over more effective organizations. The rest cruise along until their arrogance and insensitivity catches up with them."

Não é dificil resgatar experiências semelhantes ao fenômeno que ele descreve, mesmo que você não tenha se sentado na cadeira de CEO. Basta ter trilhado o mundo corporativo por suficiente tempo para saber que, se não for cuidadoso, qualquer um numa posição de comando pode perder perspectiva da função. Inclusive tenho visto isto acontecer também com executivos recém-promovidos. Eles começam modestos e com boas intenções mas, após um tempo, o poder sobe à cabeça, ficam isolados, deixam de interagir sinergicamente e começam a comprometer a qualidade das suas decisões...

Fica a pergunta: como o CEO, ou alguém em posição de autoridade e poder, evita esta armadilha?

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Estamos no mesmo barco

Segue artigo publicado hoje na Gazeta que reflete minha opinião sobre a importância das competencias emocionais nos momentos de instabilidade - tanto por parte das empresas quanto dos seus colaboradores:
"Encarar a crise, revendo prioridades, refazendo o planejamento estratégico, empregando com mais assertividade os recursos que se tem e mantendo-se preparado para o momento de virada não é prerrogativa apenas das empresas. Profissionais de todas as áreas devem seguir essas diretrizes na gestão de sua carreira no plano individual, temperando tudo com uma boa dose de otimismo, se quiserem sair fortalecidos da turbulência que momentaneamente enfrentam.
Mais do que nunca, as empresas desejam que seus colaboradores ajudem a fazer a diferença necessária para que todos possam atravessar a crise com o melhor desempenho possível. Em outras palavras, esperam que seus profissionais demonstrem na prática as competências comportamentais que os alçaram aos cargos que agora ocupam: espírito de equipe, liderança, criatividade, flexibilidade, disposição para enfrentar desafios.
Os colaboradores, por sua vez, têm a expectativa de que as empresas sejam fiéis aos valores e princípios que propagam, princípios esses que os atraíram para trabalhar em seus quadros. Em especial, querem que as empresas sejam transparentes e que comprovem, justamente nesse momento de instabilidade, o seu real comprometimento com os funcionários, afinal, como elas mesmas tão bem costumam destacar, "são eles que constróem no dia-a-dia a história da companhia".
Em uma frase: empregador e colaborador estão no mesmo barco, enfrentando os mesmos ventos desfavoráveis, mas ambos cheios de expectativas de que o outro possa ajudá-lo a equilibrar o barco e superar os desafios.
Enquanto a calmaria não vem, ambos torcem, em igual medida, para que a tempestade passe e deixe atrás de si o menor estrago possível. É o momento, portanto, de unirem forças e ficarem lado a lado, mantendo o barco no rumo. Aqueles que conseguirem estabelecer essa verdadeira parceria, só têm a ganhar.
Ser verdadeiramente parceiro nesse momento pode significar aceitar as cobranças por redução de custos, aumento de produtividade e de eficiência - que serão naturalmente maiores, pois é preciso potencializar os recursos investidos para garantir a rentabilidade do negócio - sem levar as exigências para o lado pessoal, entendendo o que elas representam em si.
Ser parceiro pode se traduzir também em uma atitude de disposição e desprendimento para abrir mão de eventuais vantagens e benefícios hoje, garantindo assim que eles possam ser recuperados amanhã.
Mas a parceria se evidenciará, principalmente, naqueles que forem capazes de fazer um esforço extra se preciso for, para manter o ambiente de trabalho agradável e positivo, sem permitir que o pessimismo se instale desmotivando as equipes.
Uma postura assim exige o exercício da cautela e da moderação. Cautela para reservar comentários delicados a momentos e lugares adequados, principalmente, se eles afetam pessoas que não estejam presentes. Moderação para evitar críticas exageradas às tomadas de decisão dos executivos, levando em conta o contexto em que essas decisões estão vindo à tona.
Ou seja, é a hora da verdadeira parceria, hora de manter uma cumplicidade boa e honesta, de modo que cada um exerça seu papel da melhor maneira possível, com respeito e dedicação, para que comecem juntos a desenhar no horizonte um novo ciclo de prosperidade e crescimento."
(Gazeta Mercantil/Caderno D - Pág. 7)(Sofia Esteves - Psicóloga, professora de MBA da FIA, consultora de RH, presidente do Grupo DMRH e Cia de Talentos sesteves@uol.com.br)

...E ontem eu comentava com meu amigo Silvio Celestino: inteligencia emocional se aprende e se desenvolve ou na escola da vida ou com pessoas mais experientes. Escolas, universidades, pos graduações e MBAs ainda não discutem esta habilidade tão importante na gestão de carreira das pessoas. Infelizmente...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Onde diabos está o Matt?!

Outro video sensacional que me enviaram... Este ilustra - com louvor - a conexão possível que todos nós seres humanos buscamos arduamente, independente das fronteiras existentes.
http://www.wherethehellismatt.com/?fbid=tV8wMt26WNP
Aproveite! (e nao deixe de experimentar estes passos em casa...)

"Quem exatamente procura por um Coach?"

"Vencedores que querem ainda mais da vida."
- Deu no Chicago Tribune - Gostei!

E se Deus perguntasse: "Que questões você tem em mente para mim?"

A entrevista com Deus - mesmo para aqueles que podem não ser religiosos, as observações são sábias e as imagens, espetaculares.
Clique no link abaixo:

http://www.theinterviewwithgod.com/popup-frame.html

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Capa da Folha de hoje: "Ganho de banco no país é o mais alto do mundo"

Na ultima previsão de Tom Asacker ele afirma que em 2009 fazer a diferença vai superar fazer grana . Será? Quando leio que o "spread" bancário (diferença entre os juros que as instituições pagam para captar recursos no mercado e os que cobram em emprestimos a clientes) é o maior do mundo e equivale a 11 vezes o praticado nos paises desenvolvidos, fico bastante cético. Pense bem sobre esta afirmação. Se Pedro Moreira Salles, Roberto Egydio Setubal e os demais banqueiros deste país (inclusive os que pertencem ao governo) concluissem que a era de fazer dinheiro simplesmente para fazer mais dinheiro está no fim e mirassem sua capacidade de fazer a diferença para aquilo que o Brasileiro realmente necessita, o quão transformadores eles não poderiam ser?

sábado, 31 de janeiro de 2009

Poder de Escolha

"Entre estímulo e resposta existe um espaço. Neste espaço está o nosso poder de escolher nossa resposta. Em nossa resposta se encontra nosso desenvolvimento e nossa liberdade." Viktor E. Frankl (1905 / 1997) - médico e psiquiatra austriaco, fundador da escola da Logoterapia, que explora o sentido existencial do indivíduo e a dimensão espiritual da existência.

Pra que você ganha dinheiro?

Chegamos enfim à última das 9 previsões para 2009. Asacker fecha com chave de ouro:

"#9 Making a difference will trump making a buck

Walt Disney’s mantra was, “I don’t make movies to make money. I make money to make movies.” What about you? Why do you make money? Think really hard and long about that simple question. If you’ve been putting off being passionate about your work in order to make a lot of money, now may be the time for you to make a change. Why? Because the business of making money simply to make more money is quickly coming to an end. The future is
not in making a buck; it’s in making a difference. “We make a living by what we get, but we
make a life by what we give.” Winston Churchill"

Tom pede que nós mandemos lhe um email em Dezembro para dizer como ele se saiu nos prognosticos... Você arrisca um palpite?

Você não está realmente certo para onde vai até bem depois de ter começado

Então chegamos a oitava previsão para 2009:

"#8 Execution is the new strategy

E.L. Doctorow wrote, “Planning to write is not writing.” Here’s the funny thing: Writing is not writing. It’s editing. You’re really not sure where you’re going until well after you’ve begun; until you’ve put pen to paper (or type to page). And then, the work unfolds in unpredictable and mysterious ways. Sure, vision and planning are important. But with the accelerating pace of change in today’s world, the important insights are more likely to come through doing and editing, than through speculating and strategizing. “Change will lead to insight far more often than insight will lead to change.” Milton H. Erickson"

Nada mais verdadeiro em 2009: Mudanças vão levar a insights com mais frequência que insights vão levar a mudanças.

Pessoas de sucesso sabem que elas nunca saberão o suficiente, especialmente sobre aquilo que realmente importa.

Eu particularmente gosto muito desta previsão para 2009 - a sétima:

"#7 Success will go to those with the best questions, not those with the cleverest answers

Do you know the definition of an expert? An expert is someone who knows more and more about less and less until he knows absolutely everything about nothing? And a generalist? A generalist, like so many afflicted with digital A.D.D., is someone who knows less and less about more and more until he knows absolutely nothing about everything. Successful people know that they’ll never know enough, especially about what really matters. So, they pay attention. They catch on and refocus rapidly. They never stop trying and learning. They’re driven by the questions, by their desire to understand and to change things. “All you need in this life is
ignorance and confidence, and then success is sure.” Mark Twain

Nada mais verdadeiro em 2009: Preste atenção ao seu redor. Entenda o que está acontecendo e renfoque rapidamente. Nunca pare de tentar e de aprender. Guie-se pelas perguntas, pelo desejo de compreender e de transformar as coisas.

O futuro pertence àqueles que não estão dispostos a aceitar o sufocante status quo

Segue a sexta previsão para 2009:

"#6 The passionate will not only survive, they will thrive

What’s bugging you? Whatever it is, for your sake and for those unwilling or unable to change do something about it! That’s the key to growth and success. The inventor David Levy referred to it as the curse effect: “Whenever I hear someone curse, it’s a sign to invent something.” Well, perhaps that someone is you and that “cursing” is resonating between your ears. If so, don’t let it irritate you and drain your life and passion. Use it to fuel you and drive you forward. The future belongs to those unwilling to accept the stifling status quo; to those who stay puzzled, excited, frustrated and surprised. “Whenever anything is being accomplished, it is being done, I have learned, by a monomaniac with a mission.” Peter Drucker"

Pois é, em 2009 os apaixonados não vão apenas sobreviver, eles vão crescer vigorosamente

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

"Na prosperidade, nossos amigos nos conhecem; na adversidade, nós conhecemos nossos amigos."

Ai vai a quinta previsão para 2009:

"#5 Many “friends” will be lost and many new ones made

Social networks are all the rage today: MySpace, Facebook, Friendster, LinkedIn, Twitter and Plaxo, as well as the many recurring real world gatherings. And indeed, they can be great ways to stay connected and to gain attention. But many of the people who have “friended” you through these groups did so for a reason; their reason. And once that reason goes away, so will they. Don’t sweat it. Keep connecting. Keep reaching out and sharing with people with similar interests and beliefs. But also, spend more slow and deep time with your family and your true
friends; those who accept and care about the real you, not the social status you. “In prosperity, our friends know us; in adversity, we know our friends.” John Churton Collins"

Em 2009 não deixe de se conectar com o mundo, mas também invista tempo com sua familia e seus verdadeiros amigos!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Viva uma vida sem arrependimentos

Quarta previsão para 2009:

#4 A lot of people and businesses will fail

That’s the unfortunate nature of life. You try something, it doesn’t work. You try something different, it works. If it works big, people copy you (or steal it). You try something new, failure
again. If you’re trying, if you’re living, you will fail. So what? I remember college friends years ago telling me that they could never “do what I do.” I didn’t know what that meant, so I asked. “You know,” one replied. “No security. Going out on your own.” “Security is an illusion,” I countered. “Everyone is ‘on his own.’ And for the record,” I added. “I could never do what you all are doing.” Live a life of no regrets. Seize this opportunity to learn and grow and experience, while everyone else snuggles deeper into their comfy routines. “He who has never failed somewhere, that man can not be great.” Herman Melville

Em 2009 e daqui pra frente: não se esqueça: segurança é uma ilusão, esta é a desafortunada natureza da vida.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

A razão pela qual a preocupação mata mais gente do que o trabalho é porque mais gente se preocupa do que trabalha.

Ai segue a terceira previsão para 2009:

#3 Most people will sit quietly in their seats and watch life unfold around them

A recent New Yorker magazine cartoon made it comically clear: There’s a lot that we all want to experience, but not much that we actually want to do. Most of us simply want to go along to get along and enjoy the ride. Well, the ride is slowing to a crawl. And when it starts back up, it’ll be a much different ride. What kind of ride? The best way to know that is to put yourself in charge of creating it. Grab the wheel and get moving. Let the pull of what excites you and what you care most deeply about be your guide. “The reason why worry kills more people
than work is that more people worry than work.” - Robert Frost

E aí? Em 2009: Ação ou Poupança?

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Quer mudanças em 2009? Saia já de sua zona de conforto!

Segue a segunda previsão para 2009:

#2 Many things will change, but many people will not

Most of us will be doing, thinking and feeling more or less the same things this time
next year as we are now. If you don’t want that sameness, grab yourself by the collar and yank yourself off of that comfortable, well-worn path and onto the one less traveled by you. Let go of your past and grab onto your future. Because while you’re waiting for that grand insight to point you in the right direction, the beauty of life is flying right on by. “Without change, something sleeps inside us, and seldom awakens. The sleeper must awaken.” - Frank Herber

Pois é, em 2009 não deixe a vida passar esperando por aquele grande "insight" que vai te levar para a direção certa...

domingo, 25 de janeiro de 2009

Isso faz algum sentido para você?

No reconhecido livro de Tom Peters - Re-imagine! - ele se refere a ASACKER como um guru de marketing. Ele é frequentemente descrito como um catalisador não conformista e aclamado pelo seu estilo direto. Tive o prazer de receber do amigo Gilvan Azevedo -atualmente na Suiça - as 9 previsões que Tom Asacker escreveu para 2009. Vejam a primeira:

"#1 The Earth will complete its 584 million mile, 67,000 mph trip around the Sun without incident

I know, that’s a pretty lame kick-off prediction. But think about those numbers for a minute. We’re all outgrowths of a living mass that is rocketing through space around an enormous ball of fire. Does that make any sense to you? Me either. So stop trying to figure it all out. Stop trying to protect yourself from an unknowable future and instead be a connected and passionate part of the here and now. “What is important in life is life, and not the result of life.” - Johann Wolfgang von Goethe"

É uma previsão e tanto para 2009: Pare de tentar entender tudo ao seu redor...

(Nos próximos dias seguem as demais)

Bem-vindo ao resto do seu jogo da vida...

Nao poderia deixar de compartilhar esta inspiradora mensagem do Coach de Vida Enzo Mucci:

sábado, 24 de janeiro de 2009

Se os líderes estão desatentos ao espírito de equipe, o que esperar?

Cada vez mais me convenço que o novo produto sob medida (Formação de Equipes WTW) no qual a ROOM 4D e a SBQ estão trabalhando faz mais e mais sentido. Em recente artigo do Expansion - jornal espanhol - destaca-se a pouca importância que os chefes estão dando a gestão de pessoas. Vejam a seguir:
"Imagine, por um momento, que sua empresa propõe que você seja chefe por um dia. A perspectiva de ter sua sala, secretária e até motorista é algo atraente e lhe propicia uma jornada diferente, longe das vozes de quem lhe dá ordens, porque "agora o chefe sou eu". Entretanto , após o café da manhã e a leitura dos jornais, o principal executivo da empresa convoca você para uma reunião e as coisas mudam. Ele diz que você precisará abrir mão de parte de sua equipe, que reduziram seu orçamento de consultoria externa e, além disso, sua responsabilidade é manter os resultados, pois "estamos em época de vacas magras". De volta à sua sala e à sua confortável cadeira estofada em couro, que já não lhe parece tão cômoda, um de seus colaboradores entra e pede aumento de salário. Como se isso já não fosse muito, ele defende seu pedido com fatos concretos e resultados evidentes, pelo que deveria receber o dobro da remuneração. É nesse instante que você pensa: "O chefe não tem toda a culpa, pedem demais para ele."
Sob essa perspectiva, ser chefe não é nenhuma vantagem, ainda mais quando a competitividade da empresa depende de sua boa gestão. Além disso, esses esforços não são percebidos de forma positiva pelo quadro de funcionários. Segundo o Global Workforce Study da Towers Perrin, apenas 28% dos empregados têm uma opinião favorável sobre a alta gerencia
da empresa na qual trabalham e mais de 50% fazem um julgamento negativo no que se refere à acessibilidade, honestidade e aproximação dos seus superiores. O mais importante desses dados é que eles revelam que a retenção dos melhores profissionais em uma empresa depende de um bom relacionamento com o chefe. Na opinião de Juan Carlos Olabarrieta, sócio da Towers Perrin, "exagera-se muito sobre o chefe, que é muito pressionado para conseguir as metas. Poucas vezes se leva em conta que o mais complicado é lidar com o comportamento humano e pede-se ao chefe que atue como instrutor e juiz. A isso se soma a pressão para conseguir resultados."
Olabarrieta acredita que "o diretor de recursos humanos passou o gerenciamento das pessoas para o chefe, que precisa decidir a quem ensinar. Freqüentemente ele se sente pouco apoiado pelo departamento de pessoal. Essa área é a facilitadora de políticas homogêneas na organização, mas quem decide e atua é o chefe". De acordo com o sócio da Towers Perrin, a solução para essa situação passa pela formação atualizada apoiada por feedback: "O chefe está cansado de cursos que não servem para nada e necessita algo sob medida."
Segundo Eugenio de Andrés, sócio diretor da Tatum, o principal ponto fraco dos chefes é a gestão de pessoas. "Nas universidades, e até pouco tempo nas empresas, sempre primou a formação técnica sobre a formação em gerenciamento. Essa circunstância, unida a um modelo produtivo próximo ao taylorismo, embora muito pouco eficiente, serviu para alcançar a posição atual, onde se valoriza mais a presença que os resultados. Chegou-se a um modelo de chefe orientado para os resultados, mas pouco preparado para atrair e reter talentos."
Andrés acrescentou que o chefe recebe apoio para gerir, por exemplo, de forma eficiente a avaliação de desempenho ou os programas de formação. "Talvez não sejam todos, mas muitos chefes continuam pensando que a função de gerir as pessoas é responsabilidade da área de recursos humanos e não sua. E aí repousa o erro." O sócio da Tatum ilustra essa afirmação em um fato que reflete o dia-a-dia dos gestores: "A avaliação de desempenho, ferramenta muito eficaz quando aplicada corretamente, se converte em uma pesada carga em muitas organizações, limitando-se a cumprir um mero trâmite e menosprezando todo o seu potencial como ferramenta de melhoria das equipes."
Nesse sentido, o principal executivo da Actúa&Élogos, Íñigo Manso, assinala que dar o exemplo é um dos pontos fracos dos chefes. "A gestão de pessoas é uma prioridade. É básico que o principal executivo de uma companhia se converta no principal guardião do desenvolvimento , cuidando e motivando sua equipe."
O presidente da Otto Walter, Paco Muro, reconhece que "nesses momento nós, os chefes, temos complicado de verdade. Com a situação econômica ruim, precisamos transmitir seriedade e entusiasmo, conseguir que a equipe renda 100% e, também, tomar decisões
difíceis". Segundo Muro, nos momentos ruins é quase impossível aos maus chefes obterem a energia extra da equipe. "O mais provável é que os papéis se invertam, deixando ainda mais em evidência sua mediocridade."
O chefe atual não tem muito em comum com aquele de duas décadas atrás. Entre as funções que assume, Andrés assinala os relacionamentos com as pessoas. "Treiná-las , compreender sua realidade pessoal, buscar um desenvolvimento global, conciliar suas circunstâncias profissionais e familiares, gerar confiança em suas pessoas etc." E se isso já é complicado, há mais. "Antes, o superior era o superior e isso ficava muito claro. Uma ordem era suficiente e praticamente se precisava agradecer à companhia por nos dar trabalho. Se há alguns anos o chefe fazia o que bem queria, agora precisa fazer o que precisa fazer e, principalmente , ‘como deve ser feito’. Se não for capaz, será a própria equipe que irá decidir reduzir suas funções", concluiu Muro.
Caminhos para o bom líder
Pedro Gioya e Juan Rivera são os autores de "-Líderes +Liderança" (Lid, 2008, ainda sem tradução para português), livro no qual analisam os métodos e instrumentos da liderança eficiente. Um dos métodos que ajudam os chefes a se tornarem melhores gestores de suas equipes é a autoconhecimento. Por meio de sistemas de retroalimentação formais e informais (ou seja, instrumentos e relacionamentos interpessoais que ajudam a obter o autoconhecimento), o chefe pode aprender como ele é, por que é como é, e como se aceitar, desenvolvendo seus pontos fortes e por outro trabalhando de forma eficiente os aspectos que o tornam menos eficaz.
Aprender com a experiência é outra técnica que os autores indicam para os interessados em desenvolver uma liderança eficaz. Os novos métodos de gestão seguem essa linha, já que a mera transmissão de conhecimentos não é eficaz no desenvolvimento da liderança.
Trabalhar a incerteza é outra indicação dos autores. Ter um objetivo e uma visão como algo previamente determinado e para onde todos são conduzidos por um líder é algo que não existe mais. No momento, é preciso trabalhar com pontos de vistas compartilhados entre todos, em conjunto. Ou seja, é preciso usar métodos de desenvolvimento de liderança que ampliem a capacidade de trabalho em cenários de incerteza. Por fim, os autores recomendam o coaching. Em sentido amplo, essa técnica diz respeito aos processos de acompanhamento de uma pessoa em processo de mudança na vida e no trabalho. (Madri 2 de Janeiro de 2009 - Expansión)"

Agora imaginem uma solução para o desenvolvimento do espirito-de-equipe dos times que compõem sua organização. Imaginem como esta capacidade de trabalho em conjunto poderia alavancar a produtividade, o comprometimento e a habilidade de encontrar oportunidades e solucionar problemas. É por isso que desenvolvemos um produto sob medida que visa a formação de equipes de alta-performance sem perda de tempo.
* - WTW - without time wasting.